Um doce para quem resolver esta:
Porque é que quando um mergulhador se senta na borda do barco para entrar na água, cai sempre para trás?
sexta-feira, 9 de maio de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
Apanhados desprevenidos.
Fôramos e viéramos e não trouxéramos nada!
E lá se passaram 5 diazinhos, bem passados entre Roma e Florença e deu para ter uma ideia do caos e da beleza que caracteriza o país do Dolce fare niente.

A rota das aniversariantes (mãe e mana) começou em Florença – Firenzi. A cidade é linda e tem uma luz espectacular! Não estávamos era à espera das filas intermináveis e do mar de gente que caracterizou os 4 dias de visita! Mas ainda assim, (e tirando uma espécie de um assalto ao nosso quarto de “hotel” – um B&B) revelou-se encantadora graças a recantos lindíssimos e uma luz especial que convida à contemplação. A ideia que dá, é de ainda estar presa numa magia medieval que não se estranha já que nos lembra muito do que conhecemos no nosso país... e com o rio a iluminar a parte velha da cidade, pareceu-me uma versão mais viva de Coimbra.
Vale muito a pena visitar o Duomo e subir à cúpula (se houver paciência para levar com 1h15 de fila). De resto a paisagem, as ruas esquecidas e as fachadas valem bem mais a pena do que as galerias que ainda estão no modo de “vitrine” ou no modo “isto é tudo o que temos, agora vejam”. É pena que num país com um património tão vasto e tão rico ainda não tenham evoluído no que diz respeito à sua valorização.

Esta Chincheira também já foi a Roma!
Já Roma... linda de morrer, mas caótica demais! Os romanos de simpático têm pouco e os milhões de turistas que visitam os lugares mais conhecidos não concorreram para causar uma boa impressão! De tudo, para mim o mais fantástico, foi mesmo a zona do Fórum Imperial e do Coliseu... cliché, mas de facto magnifico! Vale bem a pena andar dezenas de quilómetros a pé para não perder os detalhes e perceber como, literalmente, em cada canto se respira história! Mas o Asterix tinha razão “estes romanos são loucos”!
O Vaticano, não digo como a “outra” que Fátima é maior... até porque o é, mas também não é fácil perceber o espírito cristão quando o pessoal dá o golpe na fila mesmo ao pé da entrada e quando dentro da basílica, qualquer cm2, dava para pagar os nossos ordenados até ao final da vida! Isto há caridade e caridade!

Bom, bom... os gelados e a comida (tirando uma ou outra excepção). Até porque a nossa primeira refeição, ainda em Florença foi acompanhada do verdadeiro charme italiano... A minha irmã, recebeu mesmo o tradicional “ciao bella” depois de um “tu me piaggi... manda me un e-mail!” no fim do nosso primeiro jantar!
Mergulho, mergulho… nem por isso! Não que a vontade fosse pouca, mas nem o rio Arno em Florença nem mas inúmeras e fantásticas “fontanas” de Roma apresentavam as condições ideais! Fica para a próxima…

Por falar nisso, quando é que o mar da Chincha vai a banhos (leia-se, mergulhos)?
A rota das aniversariantes (mãe e mana) começou em Florença – Firenzi. A cidade é linda e tem uma luz espectacular! Não estávamos era à espera das filas intermináveis e do mar de gente que caracterizou os 4 dias de visita! Mas ainda assim, (e tirando uma espécie de um assalto ao nosso quarto de “hotel” – um B&B) revelou-se encantadora graças a recantos lindíssimos e uma luz especial que convida à contemplação. A ideia que dá, é de ainda estar presa numa magia medieval que não se estranha já que nos lembra muito do que conhecemos no nosso país... e com o rio a iluminar a parte velha da cidade, pareceu-me uma versão mais viva de Coimbra.
Vale muito a pena visitar o Duomo e subir à cúpula (se houver paciência para levar com 1h15 de fila). De resto a paisagem, as ruas esquecidas e as fachadas valem bem mais a pena do que as galerias que ainda estão no modo de “vitrine” ou no modo “isto é tudo o que temos, agora vejam”. É pena que num país com um património tão vasto e tão rico ainda não tenham evoluído no que diz respeito à sua valorização.
Esta Chincheira também já foi a Roma!
Já Roma... linda de morrer, mas caótica demais! Os romanos de simpático têm pouco e os milhões de turistas que visitam os lugares mais conhecidos não concorreram para causar uma boa impressão! De tudo, para mim o mais fantástico, foi mesmo a zona do Fórum Imperial e do Coliseu... cliché, mas de facto magnifico! Vale bem a pena andar dezenas de quilómetros a pé para não perder os detalhes e perceber como, literalmente, em cada canto se respira história! Mas o Asterix tinha razão “estes romanos são loucos”!
O Vaticano, não digo como a “outra” que Fátima é maior... até porque o é, mas também não é fácil perceber o espírito cristão quando o pessoal dá o golpe na fila mesmo ao pé da entrada e quando dentro da basílica, qualquer cm2, dava para pagar os nossos ordenados até ao final da vida! Isto há caridade e caridade!
Bom, bom... os gelados e a comida (tirando uma ou outra excepção). Até porque a nossa primeira refeição, ainda em Florença foi acompanhada do verdadeiro charme italiano... A minha irmã, recebeu mesmo o tradicional “ciao bella” depois de um “tu me piaggi... manda me un e-mail!” no fim do nosso primeiro jantar!
Mergulho, mergulho… nem por isso! Não que a vontade fosse pouca, mas nem o rio Arno em Florença nem mas inúmeras e fantásticas “fontanas” de Roma apresentavam as condições ideais! Fica para a próxima…
Por falar nisso, quando é que o mar da Chincha vai a banhos (leia-se, mergulhos)?
sexta-feira, 2 de maio de 2008
segunda-feira, 28 de abril de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Mar da Chincha no Coliseu
Verdade seja dita, no dia 21 todos estávamos ansiosos por ver os Dave Graney & the Lurid Yellow, que nos brindaram com excelente músicas como “Let’s kill God”, ou “The Past is the Present” e quem não se lembra daquela outra música que tinha uns “uuhhh uuuhhhs” bem agudos com que nos brindou a menina do conjunto musical... já para não falar do cabelinho do cromo da guitarra que nos relembrou aqueles momentos dos anos 90 que todos lutamos por esquecer...

Falando a sério e parafraseando o homem da noite, o Sr. Dave e o seu chapéu amestrado, são uma de duas coisas, ou até eventualmente, as duas ao mesmo tempo: “a fucking disaster” ou “fucking idiots”... eu pendo mais para esta segunda!

Eu cá gostei! Já lá iam uns anos valentes desde o último concerto à séria! Gostei muito! Fartei-me de pular e cantar, apesar de andar à nora com as músicas do Dig Lazarus Dig... Teria gostado que o Nick (grande amigo... não nos víamos desde 96) tivesse ido ao bauzinho buscar mais uma ou outra música, mas com as que apresentou deu para sentir de tudo: nostalgia, alegria, “pica” (não sei se isto se qualifica como sentimento, mas não encontro palavra melhor), mas acima de tudo, não podia ter ido com melhor companhia e só por isso até valeu a pena aturar os Luridos Amarelos!

Mas vista a minha inexperiência nestas andanças concertísticas, passo a pena a quem percebe: João, Andreia, esperamos uma crónica mais informada!
(Temos de considerar a hipótese de criar um estatuto para Chincheiros honorários, para se poderem incluir mano/as e “amigo/as”).
Falando a sério e parafraseando o homem da noite, o Sr. Dave e o seu chapéu amestrado, são uma de duas coisas, ou até eventualmente, as duas ao mesmo tempo: “a fucking disaster” ou “fucking idiots”... eu pendo mais para esta segunda!
Eu cá gostei! Já lá iam uns anos valentes desde o último concerto à séria! Gostei muito! Fartei-me de pular e cantar, apesar de andar à nora com as músicas do Dig Lazarus Dig... Teria gostado que o Nick (grande amigo... não nos víamos desde 96) tivesse ido ao bauzinho buscar mais uma ou outra música, mas com as que apresentou deu para sentir de tudo: nostalgia, alegria, “pica” (não sei se isto se qualifica como sentimento, mas não encontro palavra melhor), mas acima de tudo, não podia ter ido com melhor companhia e só por isso até valeu a pena aturar os Luridos Amarelos!
Mas vista a minha inexperiência nestas andanças concertísticas, passo a pena a quem percebe: João, Andreia, esperamos uma crónica mais informada!
(Temos de considerar a hipótese de criar um estatuto para Chincheiros honorários, para se poderem incluir mano/as e “amigo/as”).
A reposição da verdade.
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